sábado, 31 de janeiro de 2015

Desafio literário #DLdoTigre - Janeiro/livro 2

Livro 2 - #ComMaisde300Páginas


Livro: Los Angeles        
Autora: Marian Keys


Los Angeles discorre em torno de Maggie, uma das 5 filhas da família Walsh. Maggie sempre foi considerada a filha exemplar, até o dia em que, depois de perceber que seu casamento está estagnado, descobre que seu marido Garv,  está tendo um caso. Maggie sai de casa e volta para a casa dos pais. Até que decide passar um tempo com sua amiga Emily em Los Angeles, a cidade do cinema, do glamour, e das pessoas magras. Mas o que ela percebe que nem tudo é como parece e viver no mundo do cinema pode também ser cruel. No período em que passa com Emily, Maggie faz novas amizades e vive coisas que nunca tinha feito antes, como por exemplo se relacionar com outra mulher. Em Los Angeles também ela reencontra seu primeiro namorado, que a abandonou quando mudou de cidade para cursar uma faculdade, sem nunca entrar em contato. Em meio a isso tudo Garv vai até a cidade pedir perdão e dizer que a ama. Apesar de tudo Maggie percebe que Garv é o amor de sua vida e que por ele faria coisas que não faria por nenhum outro.

Desafio literário #DLdoTigre - Janeiro/livro 1

Esse ano resolvi participar do desafio literário do blog da Tati. Acompanhei o desafio no ano passado e esse ano resolvi entrar na brincadeira.
Para saber mais sobre o desafio é só conferir essa postagem no blog, ou acompanhar a página no facebook.


___________________________________________________________


Livro 1 - #QueVirouFilme


Livro: O lado bom da vida    
Escritor: Matthew Quick


Já tinha assistido o filme e estava querendo muito ler o livro, afinal as adaptações nunca são a mesma coisa, rsrs.

O livro fala sobre Pat, viciado em exercícios e super torcedor dos eagles. Pat que foi internado em uma clínica psiquiátrica após agredir o amante da sua mulher, Nikki. Mas, o que acontece é, devido a lapsos da sua memória, que Pat acredita está passando apenas um tempo separado de Nikki e quando esse tempo passar tudo voltará a ser como era antes, por que ele acredita que a vida é como um filme onde no final tudo termina feliz, e o seu final feliz é ao lado da sua esposa. Entretanto, quando sai do "lugar ruim" (como ele chama a clínica), ele conhece Tiffany, uma garota também problemática, que perdeu o marido em um acidente de carro.  Tiffany propõe a Pat que se ele participar de um concurso de dança com ela em troca fará a aproximação entre ele e Nikki. O que ele não sabe é que tudo não passa de uma invenção para que ele esqueça Nikki e retome a sua vida. No final, como era de se esperar (pelo menos eu estava esperando isso rsrs) Pat e Tiffany se apaixonam e ficam juntos.
O livro apesar de ter alguns trechos lentos é bom, tem umas passagens divertidas, outras um pouco tristes e em alguns momentos Pat parece ser um louco rsrsrs. Na adaptação para o cinema quem interpreta Pat é o Bradley Cooper (que eu acho liiindoo) e a interpretação da Tiffany fica a cargo de Jeniffer Lawrence (que ganhou o Oscar de melhor atriz por essa personagem).




sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015


Sair do comodismo. Se jogar. Se arriscar. Acho que isso deve ser viver. Não deixar a vida passar enquanto a observa pela janela. Engraçado, sempre tive essa impressão, de que apenas observo a minha vida passando pela janela sem a acompanhar, sem aproveitar sua passagem. 
Acabo de lembrar de duas professoras que tive na faculdade. Uma delas (professora de Organização Temática da Informação) vivia nos dizendo que aproveitou sua vida por que não ficou na janela vendo a banda passar, ela foi atrás da banda e, não satisfeita apenas com isso, fez questão de tocar na banda. E que a gente deveria fazer isso também, por que ficar apenas olhando nos causará arrependimento quando não tivermos mais forças para pular a janela e ir atrás da banda.
A outra (professora de Editoração), certa vez nos disse que "para alguns é sempre válida a lei do menor esforço, o problema é que com ela você não aprende muito, não amplia seus horizontes, não conhece outras possibilidades".
Olhar pela janela, lei do menor esforço, acho q trata-se de não sair da zona de conforto. Aquela coisa de não ter muito trabalho, evitar a fadiga, deixar a vida passar sem grandes complicações e sem muito trabalho. 
Talvez o que me falte é isso, sair dessa minha zona de conforto, de optar apenas pelo que for mais fácil,  arriscar mais, acreditar mais em mim e essas coisas todas. 
Não é uma tarefa fácil, confesso. Mas, o ano novo ta aí pra isso, pra recarregar as energias e tentar mudar o que nos incomoda (não que seja necessário mudar o ano para fazer isso mas, é um estímulo a mais). Assim sendo, bora lá pular essa janela e seguir a banda. Antes que, como disse minha professora, falte a força pra pular a janela. :)