sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Provérbio Nigeriano

“Se o seu rosto está inchado pelas duras pancadas da vida, sorria e finja ser um homem gordo.”



Postagem de número 100 =]

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Às vezes bate aquela tristeza, que não é bem tristeza.  Aquele momento em que paro pra pensar na vida e penso: meu Deus o que eu fiz até aqui? Pra onde estou indo? Será que fiz as escolhas certas? Tomei as melhores decisões?
Fico pensando na pessoa que me tornei, nas coisas que não fiz e nas que fiz.  Nas pessoas que deixei pelo caminho, e nas que quis que ficassem, nas que me magoaram e nas que deixei me magoar.  Nas mágoas que carrego, e não consigo esquecer.
Sinto-me triste por perceber que na maioria das vezes me doei mais do que algumas pessoas mereciam. Mania besta de me doar demais, de criar expectativas demais, de “quebrar a cara” demais, de ser coração demais. Mania besta de permitir que me magoem. Mania de me importar demais. Mania de achar que a recíproca é sempre verdadeira, que a gente sempre recebe aquilo que dá.
Não menina, acorda. Nem sempre é assim. Aprende, quando você mais espera é quando você menos irá receber. E para onde você menos olha é de lá que virá a surpresa.
Nesses momentos e com esses pensamentos, quando mais preciso das minhas lágrimas (elas que até pouco tempo atrás eram presença constante na minha vida), quando preciso colocá-las para fora, para tentar folgar esse aperto no meu coração, elas não surgem. Até elas me abandonam quando preciso.
Ando cansada e, infelizmente, o cansaço que sinto não é físico.  :'(


Como diz a Katy: now, now the lesson's learned.

I touched it I was burned

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

“Posso lidar com livros velhos e bolorentos, mas não com casos de amor mofados."
[A Bibliotecária, p. 219]


Bem isso!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Acharia justo se recebêssemos na mesma proporção tudo aquilo que por nós é oferecido.
E não, não me refiro a bens materiais. 
Refiro-me exclusivamente a aquilo que não nos é palpável.
Refiro-me a afeto, carinho, atenção, dedicação, companheirismo e todas essas coisas.
Refiro-me a falarmos na mesma medida que nos falam, a ser ouvirmos na mesma proporção em que ouvimos, a sermos cuidados do mesmo modo que cuidamos.
Por que viver em uma mão única, onde essas coisas  vão e não voltam, cansa.
E de tanto cansar um dia deixa de ir...