sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Aquela velha arte de lembrar-se o que gostaria de esquecer, e esquecer-se do que gostaria de lembrar.
 
Era vinte e nove de novembro e, como nos últimos oito anos, ela despertou com aquela tão conhecida sensação de que era um dia especial. E, como sempre, não demorou muito para lembrar o motivo, era o dia do aniversário dele. Revirando os olhos, não pôde deixar de se perguntar por que, em nome de Deus, tinha que se lembrar desta bendita data depois de tanto tempo. Tantas coisas dignas de serem lembradas aconteceram nesses oito anos e ela lembrava, como se tivesse um despertador para recordá-la, daquilo que ela sempre lutou para esquecer. Já não o amava mais e não mantinham contato a muito tempo, então não havia motivo para tal recordação. Era como se a lembrança surgisse a fim de recomendar que não esquecesse aquele sentimento, apesar de tê-la feito sofrer. Sendo uma boa menina, tratou logo de fazer uma prece, pedindo a Deus que o protegesse, e desejando, mentalmente, todas aquelas coisas que se costuma desejar para os aniversariantes. Pronto, cumprido o "ritual" de todo o ano, levantou-se para mais um dia, que percorreu normalmente, a não ser pelas lembranças que insistiram em invadir a sua mente a todo o momento.
 
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead.
 

Para ler ouvindo "Someone Like You"

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

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Você começa a achar que é realmente o fim do mundo, quando ouve sua prima de 12 anos dizer que vai morrer porque o namorado vai mudar de cidade.
o.O

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

 
"Você já reparou como é curioso um laço…Uma fita dando voltas? Se enrosca… Mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço."
                                            [ Maria Beatriz Marinho dos Anjos]
 
 
 
 
Vontade de abraço!
 
 
 


terça-feira, 27 de novembro de 2012

(...) pergunto-me como já fiz tantas vezes, por que guardo tantos livros que sei que não lerei novamente. Digo a mim mesmo que, sempre que me dezfaço de um livro, descubro dias depois que era exatamente aquele que estava procurando. Digo a mim mesmo que não existem livros ( ou poucos, muito poucos) em que eu não tenha achado alguma coisa que me interessasse. Digo a mim mesmo que os trouxe para dentro de casa por algum motivo e que esse motivo pode surgir novamente no futuro. Invoco desculpas: meticulosidade, raridade, uma vaga erudição. Mas, sei que a razão principal de me apegar a esse tesouro sempre crescente é uma espécie de ganância voluptuosa. Adoro olhar para minhas prateleiras lotadas, cheias de nomes mais ou menos familiares. Delicio-me ao saber que estou cercado por uma espécie de inventário da minha vida, com indicações do meu futuro. Gosto de descobrir, em volumes quase esquecidos, traços do leitor que já fui - rabiscos, passagens de ônibus, pedaços de papel com nomes e números misteriosos, às vezes uma data e um local na guarda do livro, levando-me de volta a um certo café, a um quarto de hotal distante, a um verão longínquo.(...) A posse desses livros tornou-se fundamental para mim, porque agora sinto ciúme do passado. [ Uma história da leitura, p. 269 e 270]

domingo, 25 de novembro de 2012

" Um amor verdadeiro que ninguém pode pegar, do tamanho do céu, do tamanho do mar, é bonito e quem viver verá. Amar é bom quando a gente ama agente se respeita. Amar é bom se a gente se gosta tudo se endireita. Amar é bom, bom, bom. Amar é amar, amar, amar. Um amor." [Jauperi - Amar é bom]

P.S.: Estou o dia todo com essa música na boca.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012


"Dos ninhos que a vida me fez, vou desamarrar todos os nós. Só quero laços."
[ Dulce Miller]

sábado, 17 de novembro de 2012

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Ler, ouvir música e dormir. Gosto muito.
E, uma tarte inteirinha dividida entre as três coisas é pouco.
Eu sempre quero muito mais.


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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

"Ame-se muito. Você vai ter que passar o resto da sua vida na sua companhia, então é melhor começar a resolver quaisquer problemas que tenha com a sua pessoa."


"Entre o azul do céu
E o verde do mar
Tanta coisa ainda.."

terça-feira, 13 de novembro de 2012

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Porque eu sou o tipo de pessoa que acredita em pessoas, 
sentimentos verdadeiros e em sorrisos bem dados. 
Sou o tipo de pessoa que acredita que a gentileza abre portas, 
que o abraço cura, que mãos entrelaçadas esquentam. 
Sou aquela que não foge da chuva, que não se importa de errar a rua, 
que senta debaixo de um céu estrelado só para admirar a lua...
 [ Michelle Trevisani]

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Então que tenho vontade de fazer uma tatuagem, mas morro, repito MORRO, de medo da dor.
Bem, é que eu sou o tipo de pessoa de senti dor só em pensar que vai doer.
Então, basicamente por esse motivo, a minha tatuagem ainda não saiu.
Já tinha até decidido o local (pé) e a tatuagem, que até ontem seria uma frase.
Mas, mudei de ideia. Ontem, pensando mil coisas antes de dormir me veio um lampejo, por que não tatuar um livro. Bem, eu AMO livros e isso não é nenhuma novidade. Então pq não?? 
Já andei até procurando umas imagens no tão prestativo Google, rsrsrs.

Claro que ainda tenho que desenvolver a ideia, pode ser que o desenho mude, mas a ideia do livro permanece. Acredito ser mais a minha cara do que uma frase. =D

Então, até agora os desenhos são esses: 


ou

Imagens do Google


Eu gostei da ideia do óculos sobre o livro, já que uso. 
Então é isso, estou aqui aguardando a coragem bater na minha porta para que eu possa correr para um tatuador.




" Às vezes me pergunto se existe algo de errado comigo. Talvez eu gaste muito tempo na companhia de meus heróis românticos literários, e consequentemente minhas ideias e expectativas são extremamente altas." — 50 Tons de Cinza